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Saúde

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O vício nosso de cada dia

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Esta semana, decidi escrever sobre os vícios, algo do qual muita gente se considera livre. Uma das definições de vício é: hábito de fazer, manias. O termo mania traz o vício para perto de qualquer pessoa, mais até do que gostaríamos de admitir.

O vício pode ser socializado ou instituído: beber, fumar, cheirar, comer, comprar, ler, tecnologia, mas também pode ser o da fofoca, do julgamento, do olhar, da inveja, da preguiça, do medo, da vaidade, da luxúria, da ira, do sadismo, do masoquismo, do sexo.

Imagine um copo transparente com água pela metade. Agora responda: o que te chama atenção? De alguma maneira, a parte que falta se destaca prendendo a atenção. Daí decorre outros vícios: lamúria, vitimismo, competição – para ver quem sofre mais -, comodismo e até mesmo o excesso de otimismo. A humanidade é mais viciada que parece se dar conta.

É fácil julgar o vício do outro e fazer conjecturas do porquê mantém sua vida assim. Mas, como andam seus vícios ou por onde andam? Você os reconhece? Lida com eles como um domador de leões ou todos os dias pela manhã varre-os para debaixo do tapete? Olhar para os próprios vícios requer coragem. Além da coragem, é necessário disciplina, paciência e firmeza amorosa. É preciso perder a vergonha e reconhecer como ser em construção e por isso mesmo imperfeito. É olhar para si mesmo e dizer: “São todos meus e eu posso com vocês! Vou cuidar de um de cada vez”, e, tomando o lema do AA emprestado: “só por hoje”, trabalhar todos os dias para ser um SER melhor.

Nesse processo do autoconhecimento do enfrentamento dos vícios, o apoio de um psicólogo torna o processo mais claro, pois precisamos de um testemunho ou de um tutor e nada melhor do que alguém que se desafia todos os dias com seus próprios leões. Não se iludam, pois não existe vício melhor que o outro, todos são cruéis na medida em que rouba a pessoa de si mesmo.

Atenção: a psicoterapia é realizada por psicólogos e pode auxiliar em diversos momentos e movimentos da vida do ser humano. Listarei aqui alguns desses momentos e movimentos em que a ajuda do psicólogo se faz necessária:

- mudanças da vida;

- superação de obstáculos, dores e lutos;

- cuidado com a saúde mental (prevenção, e tratamento);

- relações saudáveis;

- identificação do que faz sentido na vida pessoal e profissional;

- melhoria no desenvolvimento da sua própria família;

- autoconhecimento.

  O apoio psicológico faz diferença em todos esses processos facilitando a compreensão do papel de autor e ator da história pessoal e na compreensão de fatos passados que podem ser ressignificados liberando das prisões antes criadas. Sempre que a vida propor questões decida olhá-las de frente para ser um SER melhor.

Renata Borges da Costa - Psicóloga

CRP 04/15119

Rua João Morato de Faria, 172 sala 308 Ed Manhattan Centro

Tel. : (37) 9 9987-2853

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Fonte: Renata Borges da Costa - Psicóloga