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Professores da rede municipal terão que repor aulas em janeiro

27/11/2018

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Os professores da rede municipal de ensino de Divinópolis terão que repor, a partir desta quarta-feira, 28 de novembro, os dias em greve em janeiro, segundo informou a Prefeitura nesta terça-feira (27).

Isso porque não há mais datas disponíveis em 2018 para cumprir a exigência do Ministério da Educação de 200 dias letivo ano. "É lei: são 200 dias letivos. Se não for possível cumprir dentro do ano em andamento, será complementado no ano seguinte", destacou a secretária municipal de Educação Vera Prado.

Os professores iniciaram a greve no dia 9 de novembro devido à falta de pagamento salarial e decidiram em assembleia nesta segunda-feira (26) prosseguir com o movimento por tempo indeterminado.

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores da Educação Municipal do Município de Divinópolis (Sintemmd), houve adesão de 100% da categoria, composta por cerca de dois mil trabalhadores.

O município possui 34 escolas e 20 Cmeis, num total de 14 mil alunos.

Hoje, no entanto, a Prefeitura informou que a escola Municipal Dionísio Joaquim Rodrigues no Cacoco e os Centros Municipais de Educação Infantil (Cmeis) Miguel Rodrigues Filho no Lagoa das Mandarins e Maria José Fernandes no Candelária retornaram às aulas e tiveram o novo calendário ajustado junto à Secretaria Municipal de Educação (Semed), prevendo aulas também aos sábados e no feriado de 8 de dezembro.  

Desde o início da greve, os professores têm feito atos públicos durante as reuniões da Câmara Municipal e obtido apoio por parte dos vereadores, que têm cobrado em seus pronunciamentos uma respostada do Executivo. Nesta quarta-feira (28) está previsto ato público em frente à Semed, às 14h.  

Em nota, a Prefeitura de Divinópolis voltou a culpar o Governo Estadual. "O governador de Minas, Fernando Pimentel, já confiscou cerca de R$ 100 milhões do povo de Divinópolis. Desse total, cerca de R$ 17 milhões são do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), dinheiro suficiente para saldar o salário atrasado dos professores. Da Saúde, são outros R$ 70 milhões".  


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